quarta-feira, 20 de abril de 2011

ENCONTRO DE TERAPEUTAS

St3

ENCONTRO DE TERAPEUTAS “SOMOS TODOS UM”

Somos todos Um. Quando um Ser Humano enfrenta desafios, e os conquista, ele amplifica o potencial de toda a Humanidade em conquistar desafios da mesma natureza. Nestes tempos de transformação profunda, sentimos a necessidade de partilhar experiências e debater ideias com outros terapeutas não convencionais, que tenham esta visão.
Neste espaço de convívio entre terapeutas (e acompanhantes) cada um traz o que tem e ninguém se cobra de nada. Ao longo destes 4 dias vamos trocar experiências, dúvidas e saberes.
Cada um chegará quando chegar e partirá quando tiver de partir. Assim se permitem conhecer os trabalhos, experiências e “toque pessoal” uns dos outros, travar amizades, trocar terapias, estabelecer parcerias, tratar casos, etc.
Se houver interesse, há vários percursos pedestres nas redondezas, banhos termais quentes ao ar livre (gratuitos) e gasolina barata a 30 Km (Espanha).

Data proposta:

22 a 25 de Abril de 2011

Local:

Soajo (Gerês) e aldeias vizinhas, em casas de pedra tradicionais (pode ser fornecido roupa de cama, toalhas e refeições vegetarianas).

Contribuição para as despesas:

Por donativo

Informações e Inscrições

Sérgio: 965 590 609 (vod.extreme), 936 959 200, 964 150 864 (moche) ♦ SESOPI@GMAIL.COM
»»»»»»» FICHA DE INSCRIÇÃO «««««««

Temas propostos

Crise

A. OS TERAPEUTAS E A “CRISE”:

“Este ideograma chinês significa crise e tem 2 ideogramas: o do alto traduz perigo, serve de sinal de alerta, pois, revela o risco iminente e o da base, oportunidade, possibilidade de solução, de melhoria, de refinamento e de purificação. Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.”
Por isso os terapeutas alternativos/complementares interrogam-se:
• Perante a crise geral, como agir?
• Como ser alternativa quando todos se julgam sem alternativa?
• Onde estão as janelas (de oportunidade) desta crise?

B. OS TERAPEUTAS E A NOVA ERA:

“Esta sociedade é como uma lagarta que mesmo estando a morrer, sonha com a sua metamorfose em borboleta, que vai ser uma coisa totalmente diferente, um ser novo, com um coração novo, umas asas que lhe vão permitir voar até onde for a imaginação criadora do homem, que tem um potencial infinito.”
Os terapeutas em evolução sentem necessidade de reunir forças e imaginar/criar o novo mundo, o que levanta vários desafios:
• Contribuir para uma saúde mais “verde”, não agressiva para as pessoas e planeta.
• Formas mais eficazes de divulgar as terapias e artes de auto-ajuda.
• Fomentar a responsabilidade individual da saúde (como estado "normal").

C. TODAS AS TERAPIAS ALTERNATIVAS NO MESMO BARCO:

“EUROPA PROIBE MEDICINA NATURAL
Este mês entra em vigor uma directiva europeia que ILEGALIZA a produção e venda da esmagadora maioria de produtos Fitoterapeuticos (à base de Plantas). A forma de o fazerem foi a criação de uma extraordinária e dispendiosíssima burocracia baseada nos parâmetros da indústria farmacêutica e impossível de completar pelas pequenas e pouco lucrativas indústrias de fitoterapia (mais de 100.000 € cada planta que se pretenda registrar e comercializar).”
Perante este ataque (e outros que se preparam), interrogamo-nos:
• Que opções para os químicos (subsidiados)
• Como conviver com / complementar a medicina convencional?
• Como implementar a ideia de tudo é espiritual, que “que somos todos um”?
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sábado, 26 de março de 2011

Primavera no Soajo

Casas rústicas em plena zona histórica do Soajo

venha Celebrar a primavera no soajo


A água abunda e a vegetação floresce, convidando-nos a um passeio ao ar livre e à visita dos ribeiros e lagoas da região. Os dias são mais longos,  as montanhas recortadas no céu azul provocam o nosso espanto e trazem-nos de volta à nossa verdade interior.

Propomos vários percursos pedestres e / ou de carro na serra e pelas aldeias, visitas ás termas da Galiza e serra do Xerês.

Temos 5 casas tradicionais que albergam entre 2 a 5 pessoas cada uma desde 30€/dia.

Para sua comodidade, poderemos fornecer pequenos almoços e refeições (vegetarianas) a preços convidativos.

Fazemos descontos para grupos e à semana.

Para mais informações consulte-nos.



Conta Comigo
* Largo do Eiró, 9 RC 4970-660 Soajo
( 258578153 ♦ 936959200  ♦ 965590609
8 ContaComigoSoajo@gmail.com 
: www.contacomigo.Yolasite.com

 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eco-turismo d`alma

Turismo d`alma é uma proposta diferente do turismo habitual. Porque acreditamos que a felicidade é possivel e se encontra ao nosso alcançe, propomos um turismo assente no encontro com a natureza e com as raízes do ser humano. Temos a convicção de que é no contacto com a terra que nos sentimos parte de um todo e é no encontro com as nossas raízes individuais e colectivas que reencontramos o nosso amor próprio e amamos o mundo e as pessoas que nos rodeiam e integram a nossa vida. Porque só amanado seremos felizes e porque a natureza nos proporciona um convivio salutar com a terra , com os homens, com os animais e as plantas; ajudando-nos deste modo a reencontar a dimensão espiritual das nossas vidas efémeras. Por tudo isto e por muito mais que não cabe nestas palavras aqui vai a citação de um poeta que nos é muito familiar e com o qual nos identificamos de alma e coração.

Mas se Deus é as flores e as árvores  
E os montes e sol e o luar, 
Então acredito nele, 
Então acredito nele a toda a hora, 
E a minha vida é toda uma oração e uma missa, 
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.

……

E por isso eu obedeço-lhe,  
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).   
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente, 
Como quem abre os olhos e vê, 
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes, 
E amo-o sem pensar nele, 
E penso-o vendo e ouvindo, 
E ando com ele a toda a hora.

 In “Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada” de Alberto Caeiro

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Como deixar partir a tralha inútil

“Quantas coisas existem que eu não quero. ‘       ~ Sócrates
Ultimamente, estive num frenesi de eliminação da desordem. Para mim, como para a maioria pessoas, a ordem externa contribui para a paz interior, e varrendo um monte da mal amadas coisas que não utilizo me deu um impulso enorme de felicidade.
Enquanto vasculhava as minhas posses, identifiquei nove perguntas a fazer quando era confrontado com um objeto questionável. Essa lista ajudou-me a decidir o que manter e o que deitar fora, reciclar ou dar de presente.
1. Será que esta coisa funciona? Fiquei surpreso com é tão difícil era admitir que alguma coisa estava estragada e não podia ser arranjada, digamos, a minha torradeira que fracassei arranjar ou o relógio sapo da filha. Por que eu estava cheio dessas coisas?
2. Iria substituí-lo se estivesse estragado ou perdido? Se não, eu realmente não devo precisar.
3. Parece potencialmente útil, mas na verdade nunca se usa? Algo como uma enorme garrafa de água, um saca-rolhas com um mecanismo exótico, ou um vaso pequeno. Ou duplicados. Quantos frascos de vidro de reposição eu preciso de manter à mão?
4. Eu estava “salvando” isso? Deixando gel de banho no fundo do frasco, ou entesourando os meus artigos de papelaria favoritos numa gaveta da mesa, era um desperdício, pois nunca uso estas coisas. Jogar para fora!
5. Isto serve bem o seu propósito? Por exemplo, tinha um monte de objetos de cozinha “bonitinhos” que realmente não funcionam.
6. Foi substituído por um modelo melhor? Inexplicavelmente, tenho o hábito de manter aparelhos eletrônicos estragados ou obsoletos, mesmo depois de terem sido substituídos. Inútil.
7. Está muito bem guardado num lugar recatado? Um dos meus segredos da idade adulta é: Só porque as coisas estão muito bem organizados, não significa que eles não são tralha inútil. Não importa quão arrumada uma coisa está, se eu nunca a usar, por que mantê-la?
8. Será que isso imediatamente me traz alguma memória? Às vezes automaticamente mantenho as coisas que caem na categoria de “recordações”, presumindo que eles têm algum tipo de resposta, mas elas não têm. O troféu de desporto da minha filha na pré-escolar – fora.
9. Já usei esta coisa? Fiquei absolutamente chocado ao descobrir, quando comecei a olhar, como muitas coisas que tínhamos eu nunca tinha usado uma vez. Muitas eram presentes, é verdade, mas prometi a mim mesmo que iríamos colocar essas coisas em uso dentro de algumas semanas ou dá-las.

E você? Já identificou algumas perguntas que lhe ajudarão a decidir se quer ou não manter uma posse particular? Se sim, aguarde um próximo post do passo seguinte: E agora, o que fazer com a tralha inútil?
Ler mais de Gretchen no seu livro ou no blog com o mesmo nome, o Projecto Felicidade.

sábado, 9 de outubro de 2010

I have a dream


AMOR É A ÚNICA FORÇA CAPAZ DE TRANSFORMAR UM INIMIGO NUM AMIGO

Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.

O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.

Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.

O que vale não é o quanto se vive...mas como se vive..

Martin Luther King

Imagine - John Lennon


No aniversário do seu nascimento recordemos John Lennon, e principalmente, o seu ideal...é tão fácil...junta-te a nós...
Imagine - John Lennon

Imagine não haver o paraíso
É fácil se você tentar
Nem inferno abaixo de nós
Acima de nós, só o céu

Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine que não há nenhum país
Não é difícil imaginar
Nenhum motivo para matar ou morrer
E nem religião, também

Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você se junte a nós
E o mundo viverá como um só

Imagine que não ha posses
Eu me pergunto se você pode
Sem a necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade dos homens

Imagine todas as pessoas
Partilhando todo o mundo

Você pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Espero que um dia você se junte a nós
E o mundo será como um só 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Um negócio para jovens agricultores: fomentar as hortas urbanas

Christopher Wong, Nancy Huynh e Jing Loh são três recém-licenciados da Universidade de Queens que, no início de 2009, investiram quatro mil euros num negócio próprio.


Esta história seria igual a tantas outras, não fosse o mercado em que a Young Urban Farmers, a sua empresa, actua: as hortas urbanas.
O projecto é simples e foi explicado recentemente no The Globe and Mail: tendo como pano de fundo a cada vez maior apetência das pessoas em aliarem as suas práticas sustentáveis aos hábitos culinários, os três sócios propõe transformar os jardins, terraços, sótãos ou espaços perdidas das casas em pequenas hortas.
A Young Urban Farmers actua em Toronto e entrega aos seus clientes caixas de madeira pré-fabricadas com 1,2 metros quadrados de tamanho (como na foto), que são verdadeiras mini-hortas urbanas.

A caixa consegue plantar uma variada combinação de frutas e vegetais… as que o cliente quiser, na verdade.
O serviço completo da Young Urban Farmers custa 550 euros por estação de cultivo e inclui a caixa de madeira e todo o trabalho do dia-a-dia ou semana. Uma versão low cost, que inclui apenas a instalação inicial da caixa, desce o preço para os 230 euros.
“Reparámos que havia uma tendência no consumo e plantação de comida local e redução da pegada carbónica. Pensámos que o mercado estava mal servido [na área das hortas urbanas] e que as pessoas queriam iniciar projectos destes mas não sabiam por onde começar”, explicou Wong ao The Globe and Mail.
Depois de acções de marketing porta-a-porta e via redes sociais, sobretudo Facebook, a Young Urban Farmers começou a ganhar uma projecção local que a levou a conquistar cada vez mais clientes. E chegou aos jornais (e agora ao ).
No primeiro ano a empresa, com 25 clientes, atingiu o break even. No segundo ano o objectivo é chegar aos lucros – algo provável, uma vez que os clientes são hoje o dobro de no mesmo período de 2009.
Leia o artigo do The Globe and Mail na íntegra. 
Publicado em 10/9/2010. no Green Savers